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segunda-feira, 14 de abril de 2014

Post nº 100 !!!


Postagem de número 100 ! Parabéns pro BLOG *.*
E finalmente completamos um centena de assuntos publicados, de textos já escritos, de novidades lançadas e de lágrimas roladas !
Só tenho a dizer o quanto passou rápido esse tempo aqui e o quanto me ajudou escrever e desabafar neste cantinho.
E que venham mais 100 =D





Agora é tempo de ser feliz! 
Tempo de errar e aprender, errar e se arrepender, errar e sofrer, para então se recuperar e começar tudo novamente.
Hoje é tempo de começar diários e não terminar, de ter uma nova música preferida todos os dias. É tempo para trocar de namorado toda semana e chorar por cada um deles e depois não lembrar de nenhum.
Ser feliz é tão simples, que acabamos complicando, afinal podemos ser felizes ouvindo música, provando uma comida deliciosa, principalmente quando é de besteiras que falamos. Podemos ser feliz jogando conversa fora com os amigos, vendo fotos engraçadas destes, rindo até se acabar de uma piada sem graça.
É  tão simples ser feliz! Por quê é que complicamos ?
Agora é tempo de ser feliz, então sorria e aproveite cada momento, cada sorriso, cada olhar!
Seja Feliz!

domingo, 23 de março de 2014

Pra me fazer lembrar...

Olá!
Depois de escutar várias e várias vezes a música "Pra te fazer lembrar" do Lucas Lucco não tem como não ficar deprê. Confiram o resultado de tanta música.
Mais uma lágrima escapa sem consentimento...era assim que ficava toda vez que escutava seu nome, que via uma foto, uma música ou até mesmo uma frase que fazia lembrar dele! Quando tinha alguém por perto conseguia disfarçar, fingir que já tinha me recuperado, que ele não me importava mais, que não passava de mais um...mas então vinham as horas em que o silêncio era preenchido com seu rosto, seu cheiro...ah seu cheiro...um aroma tão doce que agora fazia tudo ficar amargo. O que mais eu tinha que fazer pra esquecê-lo? pra não sofrer mais? como apagar todas as recordações tão bonitas que vivemos? Será que um dia conseguiria ouvir uma música e não lembrar que havia sido ele quem a mandou para mim?
Após algum tempo percebi que aos poucos ia esquecendo alguns detalhes e por fim veio a esperança de que talvez eu pudesse esquecer dele, ou pelo menos lembrar com menas intensidade. Fazia sentido? Não Sei! Sempre teria algo que me faria lembrar, mas ao menos eu tentarei, e com esse pensamento pude sentir uma pontinha de Esperança. À qual me agarrei completamente, e como um sinal de que estava seguindo em frente, sequei a ultima lágrima que correria por sua causa.

domingo, 2 de março de 2014

Lembranças...

Olá!
Tumblr.com

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bjkass

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

Soneto da Imaginação...

Oláaa !
Hoje escrevi um soneto, que mostra como é a vida de um leitor!


Soneto da imaginação

De repente meu olhar fica sem expressão,
Já estou vivendo no mundo da imaginação
É um lugar distante, cheio de aventuras
Meio à guerras estranhas e noites escuras.

Sinto que estou flutuando,
meus pés nem tocam o chão.
As cores estão mudando
Parece outra dimensão.

Um lugar para ser descoberto
A história envolvente e comovente....
Ouço meu nome... e enfim desperto.

A realidade não posso esquecer
então fico aguardando ansiosamente,
O momento para meu livro voltar à ler.


E aí leitores ? É assim com vocês também ?
Se pudesse eu passava o dia inteiro viajando pelos lugares mais fantásticos do mundo, mas...quem disse que a vida era fácil mesmo ?

Até a Próxima !
Bjkassss

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

E agora uma poesia...

Preciso de você como as estrelas precisam 

da noite para brilhar

Preciso tanto que nem sei falar

Faz um tempo estou tentando mostrar

Em meu olhar,

Todo o sentimento que carrego em meu peito

E derramo em minhas lágrimas.

Seus olhos encontram os meus

Mas os sentimentos permanecem obscuros.

A minha necessidade de ti,

Aumenta cada vez mais...

Me diz? como eu vou pensar em mim,

se desde quando te conheci 

 é só em você que eu sei pensar...

terça-feira, 29 de outubro de 2013

Dia Nacional Do Livro

Hoje é um dia muito especial, comemora-se no dia 29 de outubro o dia nacional do livro!!
E como uma fiel leitora não podia deixar de escrever alguma coisa *-*

"Um livro é a prova de que os homens
são capazes de fazer magia."
(Carl Sagan.)
Um texto muito bonito que fala do amor à leitura é esse abaixo...
 Com as palavras da Clarice Lispector, consigo sentir sua emoção e transformar em MINHA emoção.
 O amor de leitor é um amor que não traz nada de ruim é um amor que só acrescenta em nossa vida!
Você que ainda não desfruta desse amor, é porque ainda não encontrou um livro que o faça sentir-se assim. Porém não pare sua busca, o que não falta são livros!!


Felicidade clandestina - Clarice Lispector

Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme; enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.

Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como "data natalícia" e "saudade".

Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.

Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.

Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria.

Até o dia seguinte eu me transformei na própria esperança da alegria: eu não vivia, eu nadava devagar num mar suave, as ondas me levavam e me traziam.

No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.

Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono de livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. Mal sabia eu como mais tarde, no decorrer da vida, o drama do "dia seguinte" com ela ia se repetir com meu coração batendo.

E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. Ela sabia que era tempo indefinido, enquanto o fel não escorresse todo de seu corpo grosso. Eu já começara a adivinhar que ela me escolhera para eu sofrer, às vezes adivinho. Mas, adivinhando mesmo, às vezes aceito: como se quem quer me fazer sofrer esteja precisando danadamente que eu sofra.

Quanto tempo? Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem de tarde, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. E eu, que não era dada a olheiras, sentia as olheiras se cavando sob os meus olhos espantados.

Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!

E o pior para essa mulher não era a descoberta do que acontecia. Devia ser a descoberta horrorizada da filha que tinha. Ela nos espiava em silêncio: a potência de perversidade de sua filha desconhecida e a menina loura em pé à porta, exausta, ao vento das ruas de Recife. Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: "E você fica com o livro por quanto tempo quiser." Entendem? Valia mais do que me dar o livro: "pelo tempo que eu quisesse" é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.

Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. Sei que segurava o livro grosso com as duas mãos, comprimindo-o contra o peito. Quanto tempo levei até chegar em casa, também pouco importa. Meu peito estava quente, meu coração pensativo.

Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. Horas depois abri-o, li algumas linhas maravilhosas, fechei-o de novo, fui passear pela casa, adiei ainda mais indo comer pão com manteiga, fingi que não sabia onde guardara o livro, achava-o, abria-o por alguns instantes. Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre iria ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar… Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada.

Às vezes sentava-me na rede, balançando-me com o livro aberto no colo, sem tocá-lo, em êxtase puríssimo.

Não era mais uma menina com um livro: era uma mulher com o seu amante.

 Feliz dia do Livro!
bjkasss 

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

E agora um soneto...



Oooi Gente!
Essa semana fiz alguns sonetos e enquanto buscava inspiração em minha agendinha, achei um soneto que fiz no ano passado com uma amiga...

Esse poema deu muuuuito trabalho, pois era o primeiro que fazíamos. 
Gostei tanto de ter achado ele que trouxe aqui pra vocês =D


Simplesmente o amor
De repente meu olhar se perde, fica sem expressão
Meu pensamente está no mundo da imaginação.
É um lugar distante, parece um conto de fadas
Em meio à nuvens de mel e rosas perfumadas.


Sinto que estou flutuando, meus pés nem tocam o chão
Sinto um gelar gostoso em meu confuso coração.
Surge uma série de duvidas, uma mistura de sentimentos
Não sei o que fazer para entender esses acontecimentos.


Isso tudo se junta e forma o sua imagem em minha mente,
Não sei explicar o que acontece, meu coração enlouquece.
Tenho vontade de correr para você é assim de repente.


Eis que surge o destino, um sábio senhor
É ele quem me esclarece
Que isso é simplesmente o amor...

Sarah Helena
&
Tainá Cristina


Espero que gostem...
bjkassss



terça-feira, 15 de outubro de 2013

Amiga Escritora

Bom Dia!!
Então pessoas minha amiga trouxe-me mais um de seus tocantes textos, confiram!

A cada dia, cada hora, cada minuto, 
a cada segundo a vida nos surpreende. 
Entre altos e baixos, mais baixos do que altos, 
a vida nos arranca um sorriso sincero. 
Entre um sim e um não, a vida coloca o talvez 
para nos deixar mais confuso do que já estamos. 
Entre uma escolha e outra a vida traz a consequência da escolha.
 Entre uma porta e outra a vida nos decepciona.
 Entre um abraço e outro a vida nos ensina a valorizar o que temos. 
Entre uma amizade e outra a vida nos ensina diferenciar o verdadeiro do falso. 
Entre um olhar e outro a vida nos ensina a ver o que está se passando. 
Entre a vitória e a derrota a vida nos ensina a crescer.
Entre uma lágrima e outra a vida nos
ensina que lidar com a dor não é fácil.
E que entre uma vida e outra,
 poucas ficam eternas no nosso coração.

Rafaela Macedo

terça-feira, 24 de setembro de 2013


oi oi!
Aqui está mais um texto da minha querida amiga Rafa!!!

E andando pela rua, eu percebo que a vida é tão diferente do que imaginamos ou sonhamos um dia quando criança.
As pessoas hoje em dia, ela são vazias, tanto na personalidade quanto na alma. 
Hoje eu posso dizer que eu aprendi o verdadeiro significado da palavra ” solidão ” ela é triste,    tão intensa, tão vazia.Me senti um verdadeiro nada, que não iria fazer a menor diferença  no mundo, ou na vida de alguma pessoa.
 Vi pessoas felizes 
caminhando de mãos entrelaçadas mas não via o sentimento verdadeiro dentro delas.
A real é que as pessoas se
acomodaram com a solidão, e agem naturalmente como se ela tivesse que fazer parte de nossas vidas, como se fosse algo imutável. 
Queria eu encontrar verdadeiro significado pra essa vida, que muitas vezes é amarga e sem nenhum sentido.Queria eu poder dizer que eu sou realmente feliz. 
Por enquanto eu sigo assim vendo as pessoas vazias,  acho que só irei entender quando eu encontrar um motivo pra minha felicidade.

Rafaela Macedo

sábado, 7 de setembro de 2013

7 de setembro???

"Independência do Brasil...ou Feriado?"

No dia sete de setembro é comemorado o dia da independência do Brasil,como todos já estão cansados de saber.
Agora fica a pergunta: E pra nós hoje, o que significa esse dia? Ainda tem alguma importância ou é apenas um feriado?
Depois de tantos anos,  todos os significados dessa data foram sendo esquecidos. Pouco a pouco tudo o que nos recorda o dia 7 de setembro, é um dia de"folga", um FERIADO!!

Bom Dia meninas!
Separei alguns looks para curtir o feriado.






Bom feriadoo
Bjkasss


quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Amiga Escritora

Oii gente!
Hoje trouxe mais um texto da minha amiga "escritora", um texto triste e profundo, mas completamente real...

São tantas coisas em jogo, que eu tenho até medo. 
Já pensou se eu perco tudo, fico sem nada, fico só ?
Acho que não poderia acontecer coisa pior comigo, pior do que eu já estou.
 A vida já tirou tantas coisas de mim, 
principalmente meu sorriso.
 Do dia pra noite tudo mudou,
tudo ficou estranho, como posso dizer... ficou pior, ficou mais triste.
Sorrir fica mais difícil a cada dia, a cada instante. 
Foram tantas coisas simples que a vida me arrancou,
sem dó e nem piedade, mas que fez toda diferença.
Como eu queria voltar no tempo e mudar tudo,
falar mais “eu te amo”, abraçar mais as pessoas,
como eu queria..., mas na vida real tudo isso é impossível de acontecer. 
O jeito é viver o presente sem olhar para trás,
 tentando esquecer tudo o que passou.
 E
nfim, dando um jeito de ser feliz num mundo cruel, 
onde o para sempre não existe e sorrisos falsos acontecem a toda hora.
Rafaela Macedo.

Bjkass

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

E agora um soneto...

Oii Gente!!

Hoje eu trouxe um soneto que escrevi a algum tempinho, gosto dele pois é inspirado em um fato real, um atropelamento, na Estrada Rio-Petrópolis. O acidente se deu com uma senhora grávida, acidente que poderia ter sido evitado se a vítima tivesse usado a passarela de pedestres a poucos metros da travessia perigosa. A criança que esperava foi expelida no asfalto e sobreviveu ao acidente, trazendo alguma esperança à situação trágica.
Aqui vai o soneto:

O milagre da vida
"Numa estrada genocida
Uma grávida tenta passar,
Uma van muito rápida
Não consegue a tempo parar.

Um jovem passando no local
corre para tentar salvar,
Mas o acidente é fatal
Ele não consegue ajudar

A placenta da mulher estava rompida.
Percebe-se então o milagre da vida,
Uma criança muito linda e forte.

A ambulância chega para levá-la
E mulheres brigam para adotá-la
A criança que sobreviveu a morte."

-Sarah Helena Vargas-

Sobre o acidente também foi escrita uma crônica:

A flor no asfalto - Otto Lara Resende

Conheço essa estrada genocida, o começo da Rio - Petrópolis. Duvido que se encontre um trecho rodoviário ou urbano mais assassino do que esse. São tantos os acidentes que já nem se abre inquérito. Quem atravessa a avenida Brasil fora da passarela quer morrer. Se morre, ninguém liga. Aparece aquela velinha acesa, o corpo é coberto por uma folha de jornal e pronto. Não se fala mais nisso.
Teria sido o destino de dona Creusa, se não levasse nas entranhas a própria vida. Na pista que vem para o Rio, a 20 metros da passarela de pedestres, dona Creusa foi apanhada por uma Kombi. O motorista tentou parar e não conseguiu. Em seguida veio outro carro, um Apolo, e sobreveio o segundo atropelamento. A mesma vítima. Ferida, o ventre aberto pelas ferragens, deu-se aí o milagre.
Dona Creusa estava grávida e morreu na hora. Mas no asfalto, expelida com a placenta, apareceu uma criança. Coberta a mãe com um plástico azul, um estudante pegou o bebê e o levou para o acostamento.
Nunca tinha visto um parto na sua vida. Entre os curiosos, uma mulher amarrou o umbigo da recém-nascida.
Uma menina. Por sorte, vinha vindo uma ambulância. Depois de chorar no asfalto, o bebê foi levado para o hospital de Xerém.
Dona Creusa, aos 44 anos, já era avó, mãe de vários filhos e viúva. Pobre, concentração humana de experiências e de dores, tinha pressa de viver. E era uma pilha carregada de vida. Quem devia estar ali era sua nora Marizete. Mas dona Creusa se ofereceu para ir no seu lugar porque, grávida, não pagava a passagem. Com o dinheiro do ônibus podia comprar sabão. Levava uma bolsa preta, com um coração de cartolina vermelha.
No cartão estava escrito: quinta-feira. Foi o dia do atropelamento. Apolo é o símbolo da vitória sobre a violência. Diz o poeta Píndaro que é o deus que põe no coração o amor da concórdia. No hospital, sete mães disputaram o privilégio de dar de mamar ao bebê. A vida é forte. E bela, apolínea, apesar de tudo. Por que não?


Boa semana!
bjkasss

terça-feira, 6 de agosto de 2013

Amiga Escritora...

Olá Meninas,
 Olha só descobri que tenho uma amiga escritora haha, a Rafa é uma colega da escola e esses dias quando conversávamos ela me mostrou esse pequeno texto, e gente, eu me senti profundamente tocada. Espero que vocês gostem  :)

"Eu te amei, te amei aponto de abandonar tudo. Mas no fim de tudo, esse amor acabou comigo, tirou minha força, meu riso, minha alegria,tudo se foi. Só ficou a dor de um amor não correspondido, a dor de um futuro incerto, de um sonho impossível. Então, aqui estou eu, atrás da minha paz, da minha alegria, atrás dos meus sonhos. Admito, está difícil, estou no fim do túnel, de um túnel sem saída, estou atrás de uma luz impossível de ser alcançada, mas pra quem tem fé o impossível é só uma questão de opinião.  E quando estou quase alcançando a luz no fim do túnel, vem você com seu jeito meigo e doce, me faz voltar desde o inicio e recomeçar, é difícil querer se livrar de algo que está presente em você, que está vivo no seu coração, mas morto na sua cabeça, é difícil tentar esquecer o que você mais quer. Mas talvez, eu não queira sair desse túnel,talvez eu goste de ficar ali, morrendo aos poucos, pois se for pra mim sair e depois voltar, prefiro então nem fazer esforço. Talvez ali eu cresça, fique forte e se um dia eu estiver preparada, sei que vou criar coragem e sair para ver a luz, para sentir a luz no meu rosto, mas enquanto isso não acontece, eu fico aqui, dentro desse túnel, presa, acorrentada em um amor incerto."

Autora: Rafaela Gomez